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SALVADOR GANHA LIVRO INÉDITO SOBRE SUAS HISTÓRIAS E PERSONAGENS


O autor Adson Brito do Velho (Fael Brito/divulgação)


Uma espécie de guia turístico para visitantes e moradores da capital que não conhecem a história da cidade


O escritor, dramaturgo e professor Adson Brito do Velho lança seu livro “Salvador Tem Muitas Histórias” (Editora Novos Sabores) no próximo dia 29 de abril (sábado), das 18h às 20h, na Livraria do Glauber, no Cine Metha Glauber Rocha, na Praça Castro Alves, Centro de Salvador.


Com 88 páginas, o livro é dividido em pequenos tópicos que despertam a curiosidade das pessoas, moradoras da cidade ou não. São 55 tópicos que respondem a perguntas como: “Salvador foi realmente fundada em 29 de março?”, “O padroeiro da cidade de Salvador não é o Senhor do Bonfim?”; ou contam as histórias da “afamada Ladeira da Montanha” e do “crime da bala de ouro”; e apresentam ao mundo a primeira médica negra do Brasil, que era baiana e a surpreendente Mulher de Roxo. Nos outros tópicos o autor conta as origens dos nomes de ruas e bairros da capital.

‘Infelizmente, as histórias de Salvador e da Bahia, enquanto disciplinas escolares, não constam mais nas matrizes curriculares dos Ensinos Fundamental e Médio, estão silenciadas, na maioria das vezes, nas salas de aula, bem como dos livros didáticos”, declara Adson Brito do Velho, que deseja lutar contra essa lacuna contando estas histórias a pessoas de todas as idades, de todos os lugares, mas especialmente aos mais jovens.

O livro não tem a pretensão de aprofundar-se de forma acadêmica e erudita, na história de Salvador, mas funciona como uma espécie de “guia turístico”, não apenas para os turistas, mas principalmente para os moradores da capital, que na sua grande maioria desconhecem a história da própria cidade, revela Adson, que diz que de forma didática o livro se utiliza de uma linguagem simples e criteriosa, para assim, atingir um maior número de pessoas.


Em sua primeira edição, o “Salvador Tem Muitas Histórias” (Editora Novos Sabores, Brasília, DF), tem composição de capa de Pedro Henrique Ribeiro de Souza, fotos de Fael Brito e prefácio de Clarindo Silva.

Como surgiu a ideia do livro


Durante o pico da pandemia de Covid 19, momento sofrido onde as pessoas estavam confinadas em suas residências, sem muitas opções de lazer, Adson Brito do Velho criou um grupo no Facebook intitulado “Salvador Tem Muitas Histórias”, onde buscou contar curiosidades sobre os bairros da capital, os monumentos históricos da velha Bahia, sobre figuras ilustres e lendas urbanas, como a Mulher de Roxo, o Guarda Pelé, Florípes/Florípedes, Clarindo Silva, dentre outras.


Pessoas de todos os estados do país e de outros países como Portugal, França, Espanha, Itália, Rússia, Estados Unidos, Canadá, Argentina, Paraguai, Senegal, Congo, Angola, dentre outros, até hoje acompanham diariamente as postagens sobre a cidade de Salvador.


E o sucesso do grupo foi tanto que ele foi convidado a colaborar no programa Metrópole Turismo, da Rádio Metrópole FM, onde fez 25 participações, entre 2021 e 2022, cada uma com 50 minutos, relatando a história dos bairros de Salvador. Recebeu também o convite do Jornal Massa!, onde participou de uma série de sete matérias intituladas “As Sete Maravilhas da Capital”, assinadas pela repórter Amanda Souza, entre abril e maio de 2022, onde cada semana, Adson falava de um ponto turístico de Salvador.


Deste mergulho na cidade nasceu também a peça “A Mulher de Roxo e Outras Histórias da Bahia”, escrita e dirigida por Adson que levou ao palco a vida de personalidades e lendas urbanas da cidade como a Mulher de Roxo e Irmã Dulce. O seguidores do grupo, hoje com mais de 20 mil pessoas, solicitavam que as matérias publicadas fossem transformadas em um livro, e assim nasceu a obra que leva o mesmo nome do grupo, “Salvador Tem Muitas Histórias”.


No evento de lançamento o público será recepcionado pela lendária e misteriosa “Mulher de Roxo”, que será interpretada pela atriz Sofia Bonfim, que distribuirá fitinhas do Bonfim para os presentes. Ao som de músicas que remetem à Bahia, como “Hino do Senhor do Bonfim”, “É D’Oxum”, “Você Já Foi à Bahia?” “Tarde em Itapuã” o autor falará sobre como nasceu a ideia do livro e sobre a importância da obra, sendo entrevistado pela professora e escritora Liliane Neves. Em seguida Clarindo Silva falará sobre o livro e alguns trechos serão lidos e interpretados pelo ator Alexandro Beltrão. O livro será vendido por R$ 50,00.


O autor


Adson Brito do Velho, 56 anos, é baiano de Salvador, nascido no bairro onde mora até hoje, Cidade Nova.

Professor, licenciado em Filosofia, pela Universidade Católica do Salvador (UCSal), formado em Psicologia, pela Universidade Federal da Bahia (UFBa), é especialista em Neuropsicologia, pela Faculdade Visconde de Cairu (FAVIC).


Concursado em História pela Rede Estadual de Educação da Bahia, leciona desde 1999 no Centro Estadual de Educação Profissional Anísio Teixeira, em Salvador. É formado em Técnico de Turismo (1986), pelo Colégio Estadual Severino Vieira, em Salvador.

Escreveu diversas obras teatrais (não publicadas em livros, mas encenadas), tais como “Almas Acorrentadas”, “Diários de Psicopatas”, “A Mulher de Roxo e Outras Histórias da Bahia” e “A Vingança do Padre”.


Prefácio de Clarindo Silva


A obra é prefaciada por Clarindo Silva, escritor, jornalista, empreendedor, Doutor Honoris Causa pela Université Libre des Sciences de L’Homme de Paris, Comendador das Artes e da Cultura das Universidades das Américas, e proprietário da lendária Cantina da Lua.


“Ao longo da minha vida, tenho enfrentado muitos desafios e muitas surpresas que me alegram e que me emocionam ao mesmo tempo. É o caso de ousar falar desta obra maravilhosa do professor, psicólogo e filósofo Adson Brito do Velho. É impressionante como alguém consegue falar e escrever assim sobre a geografia física e social. Ele consegue, com muita propriedade, falar de vários baianos, com riquezas de detalhes, de tal forma que parece que estamos nos lugares por ele descritos. E aí vem a maneira grandiosa como cita figuras como a Mulher de Roxo, Florípedes, a minha modesta pessoa, e outras figuras que fazem a história do dia a dia. Este livro vem com uma força muito grande e nos enche de esperança. Aconselho o leitor a fazer deste trabalho, pela sua grandiosidade, um livro de cabeceira”.


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