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MOQUECA BAIANA É ELEITA UM DOS 20 MELHORES PRATOS DE FRUTOS DO MAR DO MUNDO



A moqueca baiana é o 19º mais saboroso prato de frutos do mar do mundo, segundo avaliação da enciclopédia gastronômica TasteAtlas divulgada nesta semana.

Com muita "moral" entre os votantes apaixonados por gastronomia, o clássico da culinária da Bahia levou nota 4,6 (de 5 pontos possíveis) no levantamento da publicação, desbancando iguarias famosas como o ceviche peruano, o arroz de marisco português, o poke havaiano e a paella espanhola.


A receita foi apresentada ao público internacional como um ensopado que inclui sempre um tipo de peixe branco, camarões e outros frutos do mar combinados a leite de coco, azeite de dendê, suco de limão taiti e vegetais variados — entre eles pimentões amarelos e vermelhos, tomate, cebolinha, alho, cebola e até gengibre.


"[A moqueca] era originalmente preparada pelos povos nativos do Brasil", explica o Atlas. "Com o tempo, novos elementos foram adicionados ao ensopado, como o leite de coco, que foi introduzido no país pelos colonizadores portugueses e o azeite de dendê, trazido pelos escravos africanos".

A publicação ainda recomenda servir a moqueca baiana com coentro fresco picado, arroz e farofa. Mas ela não é a única representante brasileira na lista. Suas variações, como a moqueca capixaba, foram englobadas todas na categoria "moqueca", que conquistou o 31º lugar global com a nota 4,5.



Vencedor português


O prato de frutos do mar mais gostoso do mundo no ranking publicado dia 5 de março pelo TasteAtlas é "Amêijoas à Bulhão Pato", na verdade um petisco originário de Portugal que recebeu nota 4,8.


Seu nome bastante singular é uma homenagem ao poeta do século 19 Raimundo António de Bulhão Pato. A receita combina o molusco que conhecemos no Brasil como vôngole com um molho à base de azeite de oliva, alho, suco de limão e coentro fresco, servido sempre acompanhado de um pãozinho.

O time da enciclopédia esclarece que sua metodologia leva em consideração avaliação do público gastronômico internacional, através de votos em seu site que são filtrados, eliminando, segundo o Atlas, palpites potencialmente ligados a bots ou "nacionalistas".

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